quinta-feira, 30 de outubro de 2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Lição nr. 11 e 12 - A Célula

A invenção do microscópio, em 1590, permitiu desvendar várias áreas do conhecimento no campo da Biologia. O conhecimento da célula, e dos seus constituintes, só foi possível graças ao o uso do microscópio. Os primeiros microscópios que se construíram possuíam apenas uma lente e chamavam-se, por isso, microscópios simples. Depois, associaram-se duas ou mais lentes surgindo, assim, os microscópios compostos.

Robert Hooke, em 1665, observou cortiça ao microscópio e verificou que era formada por pequenas cavidades, separadas por tabiques, a que deu o nome de células.
O estudo da célula envolveu um percurso longo de investigações, nas quais se aliaram as ideias às invenções técnicas.
A hipótese de que todos os seres vivos são constituídos por células foi ganhando crédito, à medida que iam sendo aperfeiçoadas as lentes, que permi­tiam observações mais precisas da estrutura interna dos seres vivos.
Em 1838, Mathias Schleiden concluiu que todas as plantas eram constituídas por células e, em 1839, Theodore Shwann estendeu a generalização aos ani­mais.
Estes dois investigadores propuseram as bases da Teoria Celular:
  • A célula é a unidade básica da estrutura e da função de todos os seres vivos, isto é, todos os organismos são constituídos por células, nas quais se desenvol­vem os processos vitais.
  • Todas as células provêm de células pré-existentes.
  • A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade dos seres vivos.

Com a invenção do microscópio electrónico, (1930 - V. Zworkin), o conheci­mento da célula evoluiu, já que o microscópio electrónico permitiu obter ima­gens muito ampliadas, que revelaram detalhes da ultra-estrutura da célula. Desde então, este microscópio tem sido aperfeiçoado, possibilitando amplia­ções de um milhão de vezes.
Os novos microscópios são o microscópio de polarização e o de contraste de fase que as novas tecnologias põem ao nosso dispor.



Teoria celular
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Iguanas do Arquipélago dos Galápagos

Documento 1

Um site muito interessante. Clica no link em baixo e podes fazer uma viagem virtual à fauna do Brasil entre os 90 e os 70 M.a.

"As máquinas do tempo continuam confinadas à ficção científica, mas um grupo internacional de pesquisadores acaba de chegar o mais perto possível de uma viagem ao passado do Brasil, durante a última fase da Era dos Dinossauros. Eles concluíram a reconstrução mais abrangente já tentada da fauna do país entre 90 milhões e 70 milhões de anos atrás, reunindo todos os vertebrados fósseis conhecidos dessa época. Os animais reunidos pela “máquina do tempo” dos paleontólogos não viveram em todo o Brasil. Eles são oriundos do chamado grupo Bauru, o conjunto de rochas mais rico do país em termos de resquícios dessa época. Essas formações rochosas são encontradas no interior dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás. É bem provável, no entanto, que as regiões vizinhas -- como a capital paulista e Belo Horizonte -- abrigassem os mesmos bichos. "


Documento 2

Quando chegou ao Arquipélago dos Galápagos, Darwin só não praticou seu desporto preferido, a caça, porque os animais eram muito dóceis e não fugiam, não fogem ainda, quando vêem os humanos. Ele deixou a carabina de lado, pegou numa iguana marinha com as próprias mãos e jogou-a na água várias vezes, para analisar o comportamento e o modo de nadar destes animais que ocorrem apenas nestas ilhas.
Ao nadar, os indivíduos da espécie Amblyrhynchus cristatus, colocam as patas para trás e balançam o corpo de lado, incluindo a cauda que tem metade do tamanho do corpo que é, nos adultos, de um metro. A sua coloração é preta o que ajuda na camuflagem de predadores no substrato de lava endurecida e negra, mas principalmente porque os ajudam a absorver calor, pois a água do mar é fria e as iguanas precisam se aquecer depois de se alimentarem de algas que crescem aderentes a rochas a dez metros ou mais de profundidade.